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Copa do Mundo Sub-17

Em jogo fraco, goleiro brilha e México está na final do Mundial Sub-17

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México e Holanda entraram para decidir a primeira vaga na final. Os mexicanos conquistaram a vaga na partida derradeira. Após um sonolento 1×1, a partida foi para os pênaltis e terminou em 4×3. Mas se engana quem acha que nunca havia visto esse filme. Em 2005, essa semifinal se repetiu – e o vencedor também.

A La Tri passou pelos Países Baixos e, posteriormente, ficaria com o título vencendo o Brasil, justamente outra seleção que ainda busca o título.

O primeiro tempo não teve grandes emoções. Com as duas equipes errando bastante a as zagas se sobressaindo sobre os ataques, somente as torcidas mexicanas e holandesas presentes gritavam e tentavam levantar as equipes, mas sem sucesso. 

O segundo tempo começo do jeito que terminou o primeiro. Continuava parado, sem grandes chances. Os mexicanos continuavam gritando e fazendo barulho comumente associados ao Kiko, do seriado Chaves, “México, México, rrra rrra rrra”. Porém, tudo mudou aos 28 minutos, quando Guzman fez bela jogada pela esquerda e cruzou para dentro da área. A bola desviou em Maatsen e entrou. Foi o primeiro do jogo. 1×0 para a Holanda. 

Mas a estrela do técnico mexicano Marco Ruiz brilhou. Só não clareou o final de tarde brasiliense porque Raatsie não deixou. Isso porque dois garotos que vieram do banco quase viraram para os Chicaños. Primeiro, aos 33’, Alvarez cobrou falta com perfeição e empatou o jogo. Três minutos depois, o próprio jogador dos LA Galaxy (EUA) cruzou escanteio. Depois do bate rebate, Gomez cabeceou no cantinho e obrigou o arqueiro holandês a fazer uma bela defesa. 

E assim continuou até o apito final. Empatado, a decisão seguiu para os Pênaltis. E ai foi a vez da estrela de Garcia brilhar. Porém, primeiro, ele viu seu companheiro Alvarez, autor do gol de empate, cobrar de maneira pífia, uma cavadinha no meio do gol. O porteiro resolveu brilhar e pegou três cobranças dos holandeses e fechou a classificação de seu país. Nas penalidades máximas, 4×3.

O México agora espera o vencedor do jogo entre Brasil e França.

Gabriel Lima é jornalista e editor executivo da Esportes Brasília. Já cobriu uma Copa do Mundo da FIFA (2019).

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