Dezenas de pessoas armadas e com fardamento de guerra reunidas em um local abandonado. Não se apavore à primeira vista: são praticantes de Airsoft. Cada vez mais popular – mas não raro confundida com o Paintball -, a modalidade já tem até um agrupamento de praticantes no quadradinho. No DF, a responsável pelo esporte é a Federação de Airsoft de Brasília e Entorno (FABE).

Com partidas que simulam guerras, o jogo é feito com armas de pressão regulamentadas e específicas para o jogo, que podem ser adquiridas ou alugadas. O criador e líder da equipe Manada Airsoft, Lucas Oliveira, 26, afirma que a modalidade mais praticada é o milsim, que busca o realismo. “Os jogos são uma simulação de guerra, então temos a presença até de médicos e engenheiros, além de cada participante ter cinco vidas”, detalhou.

Ainda de acordo com o líder da Manada Airsoft não há um número mínimo ou máximo para a prática do esporte, mas já houve jogos com cerca de 400 participantes. Ele também ressalta o valor do investimento, que pode variar de R$ 3 mil a R$ 10 mil. “No começo tem que comprar a arma e equipamentos de proteção, mas depois de adquirir isso, o gasto é só com munição e a taxa para o campo”, explicou.

Como praticar o Airsoft no DF

É necessário entrar em contato com a Fabe, responsável pelo esporte. Também é por meio dela que os jogos são marcados. A agenda pode ser acompanhada pelo perfil do Instagram @fabebsb. O jogos costumam ocorrer nas quarta-feiras, às 20h30, sábados, às 14h30 e domingos, às 8h30.

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