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Rio 2016

Na estreia do rugby masculino em cadeira de rodas, Brasil perde para o Canadá

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Fonte: Agência Brasil

O time brasileiro não começou a partida bem, e deixou o Canadá fazer 3 a 0 sem dificuldades. Pouco a pouco, e empurrado pela torcida, o Brasil encaixou seu jogo e começou a fazer frente aos finalistas da última Paralimpíada. O primeiro quarto terminou 19 a 13 para os canadenses. O segundo quarto continuou equilibrado mas, no terceiro, o time brasileiro caiu muito de produção e deixou o adversário abrir larga vantagem.

“Eles são um time bem experiente, são bem constantes. Nós temos altos e baixos. Nos nossos altos, a gente consegue roubar a bola deles, fazer bastante ponto, mas tem momentos que damos uma cochiladinha. Acho que, com um pouco mais de experiência, podemos ganhar deles”, disse o camisa 5 do Brasil, Alexandre Taniguchi.

O último quarto foi o melhor do Brasil, que marcou 14 pontos contra 13 dos canadenses. A torcida jogou junto o tempo todo. Vibrava muito com cada gol brasileiro, cada roubada de bola e com cada impacto mais forte nas cadeiras adversárias. No rugby adaptado, o choque entre cadeiras é válido se ocorrer na lateral ou na frente. Por diversas vezes jogadores brasileiros eram derrubados e a torcida reclamava, assim como vibrou muito quando um canadense foi atingido e precisou de ajuda para se levantar.

Brasil perde para o Canadá na largada do rugby em cadeira de rodas, mas sai aplaudido da Arena Carioca 1 - Foto: Alexandre Urch/MPix

Brasil perde para o Canadá na largada do rugby em cadeira de rodas, mas sai aplaudido da Arena Carioca 1 – Foto: Alexandre Urch/MPix

No final, o placar de 62 a 48 para o Canadá foi o que menos importou da estreia do Brasil na Paralimpíada. Ovacionados como se campeões já fossem, os atletas brasileiros saíram de quadra satisfeitos com o próprio desempenho e com a torcida.

A próxima partida do Brasil é contra a Austrália, outra potência no esporte, amanhã (15), às 19h15. Não tem jogo fácil para os anfitriões, que contam com o barulho da torcida para surpreender no Rio de Janeiro. “Austrália é outra pedreira, assim como o grupo todo. Mas vamos para cima deles. É corrigir os erros, tentar se manter no jogo e ganhar no final”, afirmou Tanigushi.

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