O Brasília Vôlei foi rebaixado em 2019 para a Superliga Feminina B, a segunda divisão da categoria, após uma campanha que não teve a cara da cidade.

Para isso, o presidente do time James Rocha foi até um nome conhecido do esporte na capital federal para que possa gerir o time candango visando o retorno à primeira divisão na temporada 2020/2021.

O nome escolhido foi o de Flávio Thiessen, que dirigia o time da UPIS, equipe que representou Brasília na Superliga Masculina B nos últimos anos.

Novo gerente, novo técnico

Após deixar o time com um parecer de câncer no meio da temporada 2018/2019, Hairton Cabral deu lugar ao auxiliar técnico Inácio Junior. O técnico fez o que pode, mas não conseguiu manter o Brasília Vôlei na divisão principal do vôlei feminino brasileiro, sendo rebaixado na penúltima rodada da competição.

Já para a próxima temporada, a primeira que o Brasília jogará a Superliga B, o técnico será Rogério Portela, que esteve até a temporada 2018 no Vôlei Positivo, de Curitiba/PR, time que jogou a segunda divisão nacional àquela época.

Rogério Portela será o técnico do Brasília Vôlei para a temporada 2019/2020 da Superliga B. O objetivo é retomar o time feminino para a primeira divisão nacional na temporada 2020/2021 – Foto: Divulgação

Reforços? Nenhum

O time candango não divulgou, até o momento, os primeiros reforços para a segunda divisão nacional. Contudo, especula-se que as jogadoras Renatinha, Mimi Sosa e Dani Terra podem permanecer no elenco candango