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Copa do Mundo Sub-17

Legado e aprendizado: Brasil se credencia a competições internacionais com sucesso em organização

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O Mundial Sub 17 está em sua reta final. Com isso, a Esportes Brasília conversou com Thiago Jannuzzi, Coordenador geral da Copa do Mundo, para fazer um balanço de tudo o que aconteceu até aqui. Ele falou dos jogos, da organização e até mesmo de um futuro onde o país recebe mais evento dessa magnitude.

Primeiramente, claro, conversamos sobre tudo o que a Copa do Mundo trouxe ao país. Grandes seleções, com jogadores que atraem grandes olhares e atenções, apresentaram todo o seu talento em terras canarinhas. “A gente tem visto jogos de altíssima qualidade, altíssimo nível, super disputados, com uma qualidade técnica muito elevada”, disse Januzzi, que também não deixou os torcedores de fora do espetáculo. “Com relação ao público, tem me surpreendido e nos mostrado muito o apoio do torcedor brasileiro, que comparece nos estádios. Além disso,não só os torcedores BR”, completou ele.

Com tanto sucesso, ele ressalta que a quantidade de ingressos para as semifinais, um dia antes, e os ingressos para o último dia de competição, já estavam indisponíveis. “O torcedor tem que ficar atento ao site da FIFA porque podem surgir ingressos. Por isso, e por tudo o que vimos até aqui, a nossa percepção é muito positiva em relação ao público presente”.

Públicos de mais de 13,5 mil torcedores foram registrados em partidas do Brasil na competição, quase a carga completa disponibilizada no Bezerrão – Foto: Thiago S. Araujo/Agência EB

Legado e experiência

Nenhum problema foi relatado durante toda a competição. Claro que é comum vermos cambistas e pessoas que repassam seus ingressos para lucrar, mas nada foi reportado ao comitê. “A gente sempre conta com apoio da força pública, mas nada nos foi passado, falou.

Essa é a primeira vez que o Brasil recebe uma Copa do Mundo sub 17. Mas se engana quem achou que fosse um evento muito alto para o país. Com experiências de Copa do Mundo, Olimpíadas, Copa América, entre outras, o país sede sabia como fazer. “As avaliações, tanto da FIFA como do próprio comitê local foi muito positiva porque as instalações utilizadas atenderam muito bem as delegações, a imprensa, todos os clientes, inclusive todos os torcedores que vieram prestigiar o evento e deixaram uma sensação positiva de quem participou do evento”, ressaltou.

O Brasil ainda pode mais?

Com tanto sucesso e bem visto, a CBF já olha para o futuro. “A gente tem enfatizado constantemente a intenção do Brasil de sediar grandes eventos e já se colocou a disposição para receber a copa do mundo feminina em 2023. O Brasil está sim no páreo para receber grandes eventos para o Brasil”, informou ele.

Gabriel Lima é jornalista e editor executivo da Esportes Brasília. Já cobriu uma Copa do Mundo da FIFA (2019).

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