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Copa América 2019

Em jogo quente, Argentina bate Chile e leva o terceiro lugar da Copa América

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Enviado especial a São Paulo

A temperatura era de pouco mais de 11 graus em São Paulo. No entanto, dentro de campo, o jogo foi pra lá de quente. Argentina e Chile se enfrentaram na Arena Corinthians e os hermanos venceram por 2×1, com direito a VAR, expulsões e confusão envolvendo a arbitragem.

O jogo

A primeira chance de contra-taque foi da Argentina. Aos sete, Lo Celso recebe a bola pela esquerda e toca para Kun Aguero, que limpa da marcação e solta a bomba. A bola passa próximo à trave direito de Arias e vai pela linha de fundo.

Mas aos 12 minutos, Messi é derrubado no meio de campo e o árbitro marca falta. Rapidamente, o camisa 10 argentino cobra a infração e rola para Kun Aguero, que passa por dois marcadores, avança pela direita e bate na saída de Arias, abrindo o placar na Arena Corinthians.

Quatro minutos depois, o Chile tem uma grande perda. Alexis Sanchez sentiu o adutor da coxa esquerda e deixa o jogo, dando lugar a Junior Fernandez.

Já aos 21 minutos, Dybala recebe um passe espetacular de Lo Celso pela esquerda, invade a grande área e bate na saída do goleiro Arias. A bola mansamente morre na rede, ampliando o marcador em São Paulo.

A primeira grande chance chilena veio só aos 24 minutos, quando Aranguiz cobrou falta na grande área, mas Otamendi afastou a bola, tirando do perigo.

Aos 37 minutos, Dybala lança Messi pela direita, mas na dividida com Medel, a bola vai pela linha de fundo. Os dois começam a discutir e a confusão começa. O árbitro paraguaio Mario Vivar expulsa os dois jogadores.

Apesar de ter a reclamação da torcida, imagem flagra Messi dando uma “narigada” em Medel, do Chile. Por conta da confusão, os dois foram expulsos do jogo – Foto: Gaspar Nóbrega/CA2019

O primeiro tempo terminou quente, com os três minutos de acréscimo dados pelo árbitro. Tanto que, quando a Argentina iria iniciar um contra-ataque, Vivar apitou o fim do período, para revolta dos jogadores hermanos.

Já na volta do intervalo, aos nove minutos, o árbitro Mario Vivar é chamado pelo VAR, pois Lo Celso teria cometido penalidade em cima de Aránguiz, ao meter a sola do pé no chileno. A imagem mostra a situação e o árbitro confirma o pênalti. Aos 13, Arturo Vidal cobra e desconta o placar para o Chile.

O Chile voltou a pressionar apenas aos 27 minutos. Aránguiz recebeu passe de Vargas pela direita, invadiu a grande área, e bateu pro gol. No entanto, o goleiro Armani, atento, praticou a defesa.

Aos 34, Kun Aguero recebeu um passe espetacular pela esquerda, nas costas da marcação chilena, e encheu o pé. A bola passou raspando à meta de Arias e foi pela linha de fundo.

O técnico Reinaldo Rueda, do Chile, ainda colocou pressão máxima na reta final de jogo, mas não deu certo. A Argentina apenas administrou o resultado e confirmou a vitória por 2×1, levando o terceiro lugar da competição sul-americana.

Argentina vence Chile por 2×1 e fatura o terceiro lugar da Copa América 2019 – Foto: Gaspar Nóbrega/CA2019

COPA AMÉRICA 2019 – DISPUTA DO TERCEIRO LUGAR
ARGENTINA 2-1 CHILE
06.07.2019 – ESTÁDIO ARENA CORINTHIANS – SÃO PAULO/SP

Público: 41.573 pagantes (44.269 presentes)
Renda: R$ 7.180.385,00

Cartões Amarelos:
Pezzella, Paredes, Foyth, Tagliafico, Walter Samuel – auxiliar técnico (Argentina)
Beausejour, Vidal, Pulgar (Chile)

Cartões Vermelhos:
Messi (Argentina)
Medel (Chile)

ARGENTINA
Armani; Foyth, Otamendi, Pezzella e Tagliafico; Paredes, De Paul, Lo Celso (Funes Mori) e Dybala (Di Maria); Messi e Kun Aguero (Suárez).
Técnico: Lionel Scaloni

CHILE
Arias; Isla, Diaz, Medel, Jara (Maripan) e Beausejour; Pulgar, Aránguiz (Nicolas Castillo) e Vidal; Alexis Sánchez (Junior Fernandez) e Vargas.
Técnico: Reinaldo Rueda

Rener Lopes é jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília (UCB); Atua na mídia esportiva desde 2006. Já teve passagens pelas rádios Paranoá FM, Comunidade FM do Gama, Transamérica FM Brasília, Bandeirantes AM Brasília e Ativa FM Brasília. Tem no currículo três olimpíadas (Atenas 2004, Londres 2012 e Rio 2016), duas Copas do Mundo (Brasil 2014 e 2019) e uma Copa América (Brasil 2019).

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